Mostrando postagens com marcador aventura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador aventura. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Orion Health - Campeã do Primal Quest 2009


A equipe neozelandeza OrionHealth.com conquistou o Primal Quest BadLands 2009, realizado no estado de Dakota do Sul, cruzando a linha nesta quinta (20/Ago) aproximadamente as 4:30 da tarde. Após 600 milhas de prova, a comemoração foi a base de muita pizza e sorvete.
As segunda e terceira posições ficaram com Team Salomon/USA e Team Merrel, respectivamente. A chegada da equipe campeã que era esperada para meia-noite do dia anterior, acabou atrasando devido a condições climáticas.
Em quarto e quinto lugares ficaram a Dart Nuun e Bones, com aproximadamente 6 dias e meio de prova.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Brasil Wild 2009

Acontecerá a partir do dia 5 de junho, no Jalapão (TO), uma das maiores corridas expedicionárias do Brasil, o Brasil Wild Extreme, que contará este ano com 36 quartetos, dentre eles uma equipe argentina e outra uruguaia. A novidade para 2009, foi a categoria dupla, com 11 equipes. O Jalapão é uma das grandes áreas selvagens do sertão nordestino, dotado de belezas, seu nome vem de Jalapa, planta nativa da região e da 7 ° maravilha da Amazônia, o estado do Tocantins. A corrida da sustentabilidade, como é conhecida o BRWild 2009, terá realmente características expedicionárias, em um lugar ainda muito inóspito e sem quase nenhuma cidade por perto. Será um desafio que a organização também vai enfrentar e assumir para montar a corrida e toda a logística e consequentemente para as equipes, que não devem encontrar nada ou ninguém em boa parte do percurso. Além das ATs montadas estrategicamente e da infra-estrutura oferecida, não haverá mais nada a não ser a Natureza Selvagem que serão o cenário por cinco intensos dias. Será uma corrida sem apoio, altamente estratégica onde a maturidade e a experiência serão decisivas para as equipes que pretendem continuar fortes, lúcidas e rápidas após a 2° noite!
A idéia da sustentabilidade surgiu para deixar no Tocantins e no Jalapão sementes que ganhem vida própria e tornem-se sustentáveis. O Projeto Social, denominado cama e café, pretende capacitar e equipar pequenas residências transformando-as em futuros meios de hospedagem para receber turistas na região. Estaremos também transferindo o Know-how da Brasil Wild, de como montar uma corrida de aventura, para empresas locais, e tendo estes no Staff da prova, para que futuros eventos outdoors possam ser implementados no imenso e bonito estado do Tocantins, um dos Raftings mais bonitos do Brasil e do mundo farão parte do percurso, o que será uma atração à parte na prova. Provavelmente teremos uma Dark Zone na noite que antecede ao Rafting e a relargada nos botes ao amanhecer fará com que todos terminem o trecho antes do anoitecer.
Nos tempos atuais de falta de tempo e espaços, a Brasil Wild estará novamente cumprindo sua missão de mostrar nosso Brasil e mais uma imensa área inóspita e de grandes belezas naturais do nosso País, onde o tempo passará conforme nossas pedaladas, remadas e corridas!!! O programa Survival acaba de ser gravado no Jalapão e se você procura uma aventura e uma verdadeira corrida de expedição, tenha certeza que a Brasil Wild Extreme 2009 atingirá esta expectativa e que apesar de difícil para todos, terá progressões rápidas, sem grandes variações altimétricas, tendo no entanto PCs facultativos que tornarão a prova mais longa e técnica valorizando a orientação e a estratégia.
A corrida contará com exatos 482 km, divididos em 110km de trekking, 6,5 km de natação, 45km de rafting, 23 km de canoagem e portagens, 228 km de mtb, além de duas pernas de técnicas verticais, um descenso e um ascenso. A organização prevê o término do evento até o dia 13 de junho as 12:00h.
Veja a Brasil Wild 2008.

terça-feira, 19 de maio de 2009

1ª Etapa do Circuito Pro Adventure

Neste sábado dia 16 de maio, o Clube de Aventura reuniu cerca de 150 atletas na primeira etapa do circuito Pro Adventure 2009. A prova, que teve largada no Shopping Catuaí, contou com trechos de MTB, Trekking, canionismo, técnicas verticais e orientação, numa distância de 45km, o mínimo exigido pelo Ranking Brasileiro de Corridas de Aventura.
Divididos nas categorias duplas, duplas mistas e solo, foi dada a largada as 15:20 da tarde. O pelotão saiu embolado num pequeno trecho de corrida até o primeiro AT, onde estavam as bicicletas, seguindo em direção ao PC1. Aos poucos o grande pelotão foi se abrindo pelo ritmo imposto pelos líderes da prova. O grande segredo era o PC2, onde muitas equipes se perderam, estrategicamente alocado as margens de um pequeno ribeirão. Os participantes tiveram a oportunidade de conhecer algumas atrações da região, como a Cachoeira do Ribeirão Cafezal, e o canionismo até a queda do pica-pau. O rapel na pedreira do Cafezal foi realizado já a noite. As primeiras equipes chegaram ao local depois das 18:30.
Sem muita complicação, as 20:15, com 4h55 min de prova, chegou a primeira equipe; Snake, Forma D' Água, Clube de Aventura da categoria solo, Adilson Koizumi, seguido pela primeira dupla, composta por Rafael e Marcelo, cerca de 1 minuto depois.
Para quem nunca experimentou, convido a tentar, pois é uma experiência muito diferente de outras modalidades esportivas, onde muita gente faz por diversão e contemplação das belas paisagens por onde a corrida passa.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Para sua aventura

Viajante Solitário e Os Vagabundos Iluminados
JACK KEROUAC - Kerouac (1922-1969) foi o mais célebre representante de uma geração que amava a aventura, a boa música, a literatura visceral e as drogas. Nome máximo da Geração Beat, ele tentou encontrar paz e rumo para o seu coração atormentado nas estradas de sua América poderosa e desnuda, recém saída da Segunda Guerra. Deparou-se apenas com desnorteio. Viajante Solitário conta as andanças do autor pelo mundo por trem, mar e auto-estradas. Entre os lugares visitados estão o Marrocos (onde Kerouac encontra-se com o também escritor William Burroughs), a França e o México. Os Vagabundos Iluminados fala sobre a origem da inexorável conexão que se criou entre o budismo e os beats. Kerouac faz o papel de Ray Smith, um andarilho/aventureiro aspirante a bodisatva (ser humano que atinge a iluminação), enquanto que Gary Snyder, emérito poeta da turminha, atua no livro como Japhy Rider, um solene tradutor de hai-kais (poesia oriental), literatura chinesa e meditante convicto. Entre os dois, a figura de Alvah Goldbook, que é ninguém menos que Allen Ginsberg. Ao redor dos três gravitam uma dezena de personagens secundários. Todos eles muito bem desenhados.
O Coletor de Sombras - ROBERTO FALZONI
Escrito por um patologista que já foi espeleólogo, o livro conta a história de José Padim, que se vê perdido no interior de uma caverna, desamparado, sozinho e sem luz. Um homem nessas condições, segundo o próprio personagem, tem nas lembranças sua única ligação com o mundo exterior. Mas o tempo passa, a esperança de sobreviver se debilita e ele começa a ficar cansado e confuso. Nesse momento, fixado no que pensa ser seu passado, Padim percebe que sua memória pode estar lhe pregando peças. Para não sucumbir de vez ao abismo esmagador da insanidade, ele se agarra desesperadamente às imagens que evoca de sua vida, verdadeiras ou falsas, como se elas pudessem indicar o caminho da saída, ou, pelo menos, garantir sua sobrevivência.

domingo, 3 de maio de 2009

Cada um por si

No exterior é mania, e no Brasil, cada vez mais as provas abrem suas portas para corredores de aventura solo. A prova de aventura é extremamente complexa, e já começa no check in de equipamentos obrigatórios. É uma infinidade de itens que as equipes ou o atleta precisa para poder competir.
Nas provas solo, o atleta pedala, corre, rema, navega e encara tudo o mais que aparecer pela frente sozinho, sem uma equipe. Muita gente opta pela dificuldade hoje de se manter uma equipe homogênea, e por depender de vários fatores, nem sempre as datas coincidem.
Porém vem facilitar a vida de quem ainda não encontrou parceiros ideais de lama, essas provas são uma ótima chance de os corredores testarem sua força e habilidade individuais, conhecerem seus pontos fortes e fracos e aprimorarem técnicas que, muitas vezes, numa prova em trio ou quarteto, fi cam a cargo de outra pessoa, como a navegação e as decisões estratégicas. A idéia é, com isso, formar atletas mais completos.
Quem trouxe a brincadeira para o Brasil foi André Iervolino, que já participou das principais competições da modalidade, aqui e no mundo. Batizada de Reebok Gaia Solo Races, a primeira edição da prova rolou em 2007, 60 quilômetros de trilhas, rios e mares de Ilhabela, no litoral norte paulista.
"Foi uma corrida num formato diferente. Na véspera, ninguém sabia muito bem qual seria o ritmo da prova, nem que estratégias de alimentação e hidratação fazer", conta Julio de Melo, 31 anos, corredor de aventura desde 2001 e segundo colocado no Gaya. "A prova foi surpreendentemente dura, tanto física quanto tecnicamente. Havia pistas de orientação, PCs submersos e etapas de arvorismo.
O ritmo? Alucinado!
", conta.
Hoje o site do Ranking Brasileiro já mostra que a categoria solo vem fortalecendo a cada ano e veio para ficar.

domingo, 26 de abril de 2009

De Julio Verne aos aventureiros modernos

Em IV a.C, Aristóteles afirmou que a Terra era redonda e, um século depois, Erastóstenes desenhou o mapa-mundi e introduzir o conceito de coordenadas geográficas, expedicionários como Vasco da Gama, vários séculos depois, ainda tinham dificuldades para navegar, devido as distorções dos mapas que aumentavam muito perto dos pólos. A invenção de instrumentos de navegação, como a bússola, ajudou para o aperfeiçoamento das cartas. Mesmo assim, quando Cristóvão Colombo chegou à América, em 1492, ele jurava ter descoberto um novo caminho para as Índias.
Foram conceitos simples descobertos pela simples observação; a sombra da Terra na Lua durante um eclipse solar, afirmando com isso que a Terra era redonda, um novo horizonte se abriu e caía o paradigma de que se as pessoas navegassem pelos oceanos elas chegariam ao fim do mundo. Porém estavam abertas as grandes viagens ao redor do mundo, que começaram pelo mar. Encorajando navegadores a descobrirem novas rotas e aventurarem-se nos mares, como Fernão de Magalhães que, em 1522, descobriu uma passagem entre os oceanos Atlântico e Pacífico, hoje o estreito de Magalhães, no sul do continente latinoamericano. O caminho de 600 quilômetros de extensão por 6 quilômetros na parte mais larga passou a ser mais utilizado que o cabo Horn, no extremo-sul do continente, para passar de um oceano para o outro. Apesar de ter morrido durante a viagem, Fernão deixou uma enorme contribuição para os aventureiros de todas as gerações: sua frota foi a primeira a dar a volta ao mundo provando, definitivamente, a esfericidade da Terra.
Absorvido pela descoberta, e pelo entusiasmo das viagens, Julio Verne escreveu em 1873 o clássico A Volta ao Mundo em 80 Dias, uma ficção de aventura. A idéia de se lançar mundo afora ganhou fama, inspirando muitos viajantes. O protagonista do livro só levou a aposta - provando que era possível dar a volta ao mundo em 80 dias - porque sempre rumou para leste, ganhando assim 24 horas ao fim do trajeto, e que se elas rumassem sempre no mesmo sentido, voltariam ao ponto inicial - um motivo e tanto para instigar as pessoas a dar a volta ao mundo, como estão fazendo o inglês Karl Bushby, 39 anos (foto), e o norte-americano Harry Lee Mc Ginnis, 80. O especial na jornada deles é que ambos estão percorrendo o mundo a pé. Harry já rodou mais de 120 mil quilômetros desde 1982 e Karl 27 mil desde 1998.
Karl, da cidade de Yorkshire, confessa ter se inspirado no pioneiro das aventuras Julio Verne, mas não pretende completar a volta nos 80 dias propostos pelo escritor. Ele partiu do extremo sul da América do Sul em novembro de 1998 e pretende chegar à Inglaterra em 2014, depois de 60 mil quilômetros, quatro continentes, 25 países, seis desertos e um oceano.
O ex-militar, que teve a idéia de circundar o mundo quando tinha 11 anos, apostou na própria experiência de mais de uma década no Exército para realizar o feito. Quase sem apoio de patrocinadores, seguiu praticamente apenas com dinheiro do próprio bolso até a cidade de Punta Arenas, no Chile, para iniciar, sozinho, a viagem. Em seus já completados 27 mil quilômetros de caminhada, Karl passou por toda a América do Sul, a Central e a do Norte; e chegou à Rússia, atravessando do Alasca para a Sibéria através do estreito de Bering.
Aliás, Bering foi a fase mais crítica da viagem. Karl teve que atravessar as águas semi-congeladas do oceano Ártico caminhando sobre o gelo ou nadando entre placas quebradas. Por incrível que pareça, ele optou por fazer a travessia no inverno, período no qual poderia se mover mais rápido e ter menos chances de perder equipamentos e suprimentos na água. Mais incrível ainda foi que depois da empreitada - feita sem a ajuda de nenhum barco - ele precisou regressar para os Estados Unidos para renovar a permissão de estada na Rússia, que havia vencido antes da sua chegada. Mas depois ele voou até o mesmo ponto para continuar a jornada a pé.
Com ainda mais de 30 mil quilômetros a vencer, hoje o inglês tem alguns apoios e patrocínios, conseguidos graças a uma equipe em terra que lhe presta suporte. "Meu pai é uma peça-chave, pois me convenceu a escrever o diário da expedição. Sem ele e o resto da equipe eu ainda estaria no México, esperando pela minha próxima refeição, e não teria condições de cruzar para a Rússia, já que lá precisei de suporte como GPS e telefone via satélite", conta Karl.
Karl não começou a expedição em prol de uma causa maior - como chamar a atenção para o planeta -, e talvez por isso só tenha conseguido patrocínio depois de partir. Mesmo assim, ainda se recusa a converter a aventura num negócio lucrativo. "Quero que a viagem tenha méritos por si só. Se conseguir influenciar uma pessoa, então a expedição já terá valido", revela. O inglês, que pretende escrever um livro, não se sente herói pelo feito. "Herói é aquele que arrisca a vida pelos outros. Essa palavra não se aplica para aventureiros, astros de TV ou jogadores de futebol", completa.
O norte-americano Harry Lee Mc Ginnis, 80 anos, começou sua caminhada em 1982. Sem o objetivo inicial de dar a volta ao mundo, Hawk, como é chamado, percorreu em quatro anos os 50 estados de seu país, incluindo o Havaí, num total de 22 mil quilômetros.
Depois de conquistar os EUA, Hawk seguiu para a Irlanda. Recém-separado, depois de atestar que a esposa não bateria perna ao seu lado, ele partiu para a Europa, Oriente Médio e outras regiões do continente americano. Em 18 anos de estrada, Hawk já rodou mais de 120 mil quilômetros, incluindo os Estados Unidos. Atualmente ele está no Panamá, e o final da peregrinação - em 2010, quando tiver 82 anos - deve ser no estado do Texas, onde começou a aventura.
Hawk conta que o segredo para o sucesso da viagem é, principalmente, ser flexível: "Aprendi a estar preparado para o inesperado e me desapeguei dos hábitos e dos costumes da cidade. Quanto mais pura a experiência, maior a liberdade", revela. E tal despretensão não significa falta de planejamento. Antes de sair pelo Texas, quando tinha 54 anos, ele treinava caminhando cerca de 15 quilômetros por dia com mais de 10 quilos nas costas. Gradualmente aumentou a distância e o peso até alcançar 40 quilômetros e 33 quilos, próximo à realidade da viagem.
Depois de terminada a volta ao mundo, Hawk quer jogar tênis até os 100 anos de idade. E ele dá dicas de como chegar saudável e com muita disposição aos 80: "Saia e veja o mundo. Não fique de frente pra TV depois de se aposentar, tomando cerveja e comendo sanduíches. Você só vai engordar".

domingo, 19 de abril de 2009

Esportes por natureza

Esportes Outdoor são todas as modalidades esportivas chamadas de aventura, que apareceram com o intuito sair do stress e as pressões da “vida urbana” com a liberação de endorfina e princialmente, adrenalina no sangue.
Não existem dados históricos que marcam o início dos Esportes Outdoor no mundo, alguns desses esportes são extremamente recentes. O propósito desses esportes, além do bem físico que eles proporcionam devido ao esforço exigido e a adrenalina liberada, é o contato direto com a natureza, é a fuga do cotidiano das grandes cidades e de todos os malefícios que essa vida causa.
Dos esportes que categorizam a modalidade, o mais antigo é o alpinismo, que recebeu esse nome porque, em 1786, o francês Jaques Balmat alcançou o cume do Mont Blanc (FRA – 4807m), localizado nos Alpes, daí o nome. O Vôo Livre também é antigo, com início na década de 60, ainda com testes na chamada “Rogallo”, o primeiro protótipo de Asa Delta, inventado na França. Desde então, com o auxílio da NASA, interessada no projeto para resgate de cápsulas espaciais após a reentrada na atmosfera, o esporte teve apoio científico, tornando-se seguro e pronto para se espalhar pelo mundo.

A NASA, com o mesmo intuito de resgatar suas cápsulas, ajudou a desenvolver o Pára-quedismo nesse mesmo período, onde até aquele momento era apenas uma técnica militar. O desenvolvimento de novos formatos de pára-quedas também propiciaram a invenção de uma modalidade próxima, o Parapente.
Os outros esportes que mostraremos tiveram seu desenvolvimento na década de 80, onde o assunto ecologia começou a ganhar espaço e importância. A iniciativa de preservação e, claro, maior aproveitamento do meio-ambiente, deu início a estilos de vida, como o Montanhismo. Também foram adaptados alguns esportes, como o Rafting, que derivou da Canoagem, está também adaptado às novas tendências.

Os Esportes Outdoor no Brasil, começaram no Brasil na década de 70, no Rio de Janeiro, com a Asa Delta do francês Stephan Dunoyer decolando do Cristo Redentor. Na década de 80, em Minas Gerais, foram registrados os primeiros vôos de Parapente.
Os Esportes Outdoor mais recentes como Rafting, montanhismo, caniosnsmo, começaram a ser praticados no início da década de 90, longe dos grandes centros urbanos, em pequenas cidades que dispunham de natureza propícia como o interior de São Paulo e o interior de Minas Gerais. Com o passar dos anos e, conseqüentemente, o domínio da técnica, o Brasil tornou-se um grande centro mundial dos Esportes Outdoor, aprimorando e, até criando, modalidades.

domingo, 12 de abril de 2009

Esportes de aventura produzem 'hormônios da morte'

Por Nuno Cobra

Cada vez mais as atividades esportivas vêm se radicalizando. Esportes tradicionais desenvolvem a velocidade, habilidades, resistência, entre outros fatores do corpo humano, tais como, andar centenas de quilômetros de bicicleta, correr uma maratona, ou mesmo fazer uma travessia oceânica. Algumas décadas atrás surgiu o multiesporte, como o triatlo e mais a frente, as corridas de aventura.
Com o advento de diversos esportes, criou-se o conceito de 'aeroman', o homem se lança em vôos livres, paragliding, etc.
Não é mais assim uma coisa de louco, pessoas saltarem com um pequeníssimo pára-quedas que, depois de uma terrificante queda livre, se abre no último instante da sua chegada ao solo ou na água. Tudo isto para quê?

'Hormônios da morte' e do prazer
Isto porque nestas situações onde os limites do corpo - e da vida - são colocados à toda prova, proporcionam algo mais na corrente circulatória, movimentando hormônios que até então eram desconhecidos. São os chamados 'hormônios da morte'. Eles são fascinantes e levam as pessoas à 'loucura' entre a vida e a morte.
Existem estudos afirmando que a pessoa minutos antes de morrer, libera hormônios de prazer com o objetivo de facilitar a 'passagem para o outro lado'. E nestas situações-limite esses mesmos hormônios são liberados.
O fato é que temos que nos dar conta de que a virtude está no caminho do meio. A evolução mental e espiritual é o caminho correto para tirarmos do esporte o que ele tem de melhor, sem ser levado ao exagero e com tanta agressão ao corpo.
Hoje existe um aproveitamento destes exagerados esportes radicais para uma aplicação mais light, porém muito útil para motivar os adolescentes a se envolverem com o movimento e os seus desafios. Agora nas festas de crianças e adolescentes ao invés de se tomar só refrigerante e comer hambúgueres, eles passam a ter outras atrações como: pistas de skates, paredes de escalada, cama elástica e toda sorte de movimentos que vão ocupar as suas cabeças.
É bastante louvável a aplicação destes movimentos radicais na juventude cada vez mais obesa, amorfa e sedentária. Os jovens estão sendo motivados ao movimento e à saúde, deixando este terrível lado sedentário.
Este tipo de festa trará uma juventude melhor, com emoções mais equilibradas, um corpo mais modelado e, principalmente, uma cabeça mais ativa e funcional.
O interessante destas festas é que deixam a criança ser criança, o que não acontece mais em casa e na escola. É uma oportunidade espetacular para a canalização da agressividade, direcionando esta energia supérflua para algo concreto de força e explosão. O jovem torna-se fisiologicamente mais tranqüilo e equilibrado. Além do mais proporciona um aspecto benéfico, tirando a emoção de jovens e crianças dos doces, refrigerantes, etc... Na pior das hipóteses, eles vão se destruir menos com tantas guloseimas.
Todo jovem tem esta energia supérflua e o esporte é um excelente meio para canalizá-la.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Alimentação também faz parte do treinamento

Bem-estar físico começa com uma boa dieta. "Você é reflexo daquilo que come, se coloca gasolina ruim no carro, ele não terá um bom desempenho", disse Dean Karnazes, um dos maiores ultramaratonistas de todos os tempos. Mas não é preciso ser especialista para saber que esse fundamento tem lógica.
O rendimento dos atletas vem aumentando gradativamente e isso pode ser medido pelos Mundiais e Jogos Olímpicos. Os sucessivos recordes alcançados por esportistas de todas as áreas mostram claramente maior preparo físico, associadas a esse sucesso estão a ciência e a tecnologia, e ainda a alimentação.
A medicina desportiva contribui para o aumento do rendimento, orientando os atletas com procedimentos corretos para evitar desgastes e auxiliando na prevenção de problemas que antigamente, deixavam esportistas valiosos fora das competições, aliada aos avanços da medicina está a nutrição esportiva que entra em campo com força total para que atletas possam extrair o máximo de suas potencialidades na prática de esporte e em competições.
A falta de atenção à alimentação pode interferir no rendimento durante uma competição e o que é mais grave, causar problemas de saúde decorrentes da prática esportiva. Treinos constantes e competições podem causar desgastes e estresse para os quais o corpo não está preparado.
Para saber o que o atleta tem carência, é preciso fazer exames, avaliação corporal e exames laboratoriais onde pode ser aplicada uma dieta para tentar corrigir algum desvio alimentar existente ou que possa futuramente levar a alguma patologia. O objetivo primeiro deve ser a saúde do atleta e depois um trabalho a performance.
A alimentação está relacionada não somente ao tipo de esporte, mas também à intensidade e duração da atividade, levando em consideração variáveis como a necessidade nutricional do indivíduo, de acordo com composição corporal e com o gasto energético do esporte praticado.
O organismo utiliza diferentes fontes de energia – glicose, ácidos graxos e aminoácidos. Nos exercícios mais intensos e rápidos, como corrida de velocidade ou levantamento de peso, o organismo usa basicamente a glicose como combustível para os músculos, proveniente do armazenamento de glicogênio. Nos esportes intermitentes e de menor intensidade, como basquete, futebol e corrida, o organismo também solicita a glicose como fonte de energia, porém a gordura é predominantemente oxidada como fonte de energia.
A dieta deve oferecer quantidades calóricas ideais para cada tipo de metabolismo utilizado no esforço e ainda distribuir carboidratos e proteínas de forma a garantir a produção de energia e a recuperação muscular”.
Nas práticas esportivas o organismo terá diferentes demandas por vitaminas e sais minerais que regulam o metabolismo. Assim, deve-se considerar a função antioxidante de alguns alimentos e também outras substâncias capazes de melhorar a performance – os ergogênicos pois, dependendo da atividade, o organismo vai exigir diferentes fontes de energia do alimento. “A gordura é mais utilizada como substrato energético em atividades de longa duração que priorizam o metabolismo aeróbico, porém com intensidade moderada. Já nas atividades de alta intensidade e curta duração predomina o metabolismo anaeróbico, o que demanda muito mais carboidrato como substrato energético", explica Glaucia Figueiredo Braggion, nutricionista do Celafiscs - Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul.

Manual de Nutrição do Atleta
Nunca treine em jejum, ou com intervalo maior de quatro horas entre a última refeição e o treino. Um pequeno lanche pode ser um copo de suco e duas bolachas de água, mas se houver tempo suficiente para a digestão, faça sua alimentação normal.
Evite alimentos gordurosos na refeição que antecede o treino, como por exemplo frituras, carnes gordas, creme de leite, queijos e presunto.
Evite muitas fibras antes do treino, como refeição à base de frutas, verduras e cereais integrais.
Hidrate-se sempre. O corpo só pede água quando ela já acabou. A sede é sinal de desidratação. Tome sempre aos poucos e por todo o dia.
Sempre leve água para o treino, deixe por perto um pouco de água pura. Devemos beber no mínimo 300 ml de água por treino.
As bebidas isotônicas são repositoras, por isto, são indicadas após treinos e competições para repor as perdas de sais e líquidos.
Sempre reponha os gastos musculares. Após treinos fortes, prefira alimentos à base de carboidratos - como pães, massas, arroz ou batatas - para repôr o glicogênio dos músculos.
Mantenha o equilíbrio calórico. O excesso de peso corporal proveniente de gordura corporal, pode ser por ingestão aumentada das calorias necessárias ou má distribuição entre as gorduras, carboidratos e proteínas.
Avalie a perda de peso. A perda de peso rápida pode ser às custas de desidratação e conseqüentemente, perda de massa muscular. Certifique-se de que houve perda eficiente da gordura corporal, se este for o objetivo.
Não consuma suplementos sem indicação de um profissional habilitado. Muitos deles são considerados medicamentos, por legislação, e portanto podem trazer riscos à saúde, se usados inadeqüadamente.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Ambiente Outdoor

Chegar ao cume de uma belíssima montanha, depois de percorrer fantásticas trilhas, atravessar rios, contemplar cachoeiras, fauna e flora impressionantes. Ou quem sabe transpor paredões de rocha nua, desafiando-nos a extasiante aventura de vencer, não a montanha, mas a nós mesmo e nossos medos, aumentando nossos limites e qualidades edificantes.
Não se vence a natureza. É ela que nos dá a chance, a oportunidade de nos tornarmos seus amigos, e obtermos sua permissão para alcançarmos nossos objetivos.
Recomenda-se aos iniciantes no montanhismo, calma! Desfrutar dos elementos naturais pode ser frustrante e até mesmo traumatizante se voce não respeitar seu próprio corpo e a natureza. É comprovado que como todo esporte, o montanhismo exige preparo físico e também, mental.
Para uma melhor adaptação, o ideal é começar com caminhadas leves aumentando gradativamente para as de maior dificuldade.
Da mesma forma, a escalada em rocha exige uma gradativa evolução. O ideal é começar com um curso básico de escalada ou a companhia de alguém experiente e responsável. Depois dependerá do praticante a evolução.
Lembre-se, um montanhista completo, é aquele que pratica escalada e caminhada de forma consciente, respeitando a flora, a fauna e a população local, causando o mínimo impacto ambiental.
Cuidado por onde andar ou segurar, evitando animais peçonhentos, espinhos, buracos e fendas.
Na escalada, não sobrecarregar tendões (evitando lesões), conferir equipamentos e equalizações a todo momento para evitar acidentes. Em paredes longas não descuidar de ingerir água, proteger-se com filtro solar, evitando insolação, desidratação e queimaduras. Utilizar sempre o equipamento completo de segurança, inclusive capacete. É a vida que está em risco.
Seja responsável, cuide de sua vida e dos outros, desfrutando de ótimas escaladas e caminhadas deste esporte alucinante.
Há uma grande magia que envolve a montanha. Algo que enfeitiça intrépidos aventureiros que se atrevem a penetrar em seus domínios. Escalar montanhas por trilhas íngremes ou rudes paredões de rocha, traz uma grande riqueza de espírito aos montanhistas. Depois de uma difícil caminhada onde enfrenta-se a lama, tempestades, sol inclemente, árduas subidas e descidas, perigosos rios, picadas de insetos, bivaques na parede, o tempo todo alertas para não cair nenhum material, para não cometer imprudências na segurança, passar sede, as vezes fome, cansaço, desânimo, entre outras dificuldades próprias de uma grande escalada, os valores adquiridos na sociedade mudam.
Na montanha há uma natural necessidade de companheirismo e solidariedade. Essas qualidades são empregadas no dia a dia. A vida passa a ser mais valiosa, a raça, a cor, o credo, a posição social passam a ser coisas insignificantes.
E que outra melhor maneira de viver a vida, que partilhar com amigos as coisas boas e maravilhosas que Deus nos oferece, como a natureza?! Somos vítimas voluntárias desse feitiço que são as montanhas.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Sérgio Zolino lança livro

O organizador do Circuito Adventure Camp, Sérgio Zolino, e o biólogo Flávio Lessa da Fonseca lançam no dia 10 de março, às 19h30, na Praça de Eventos do Shopping Eldorado, em São Paulo (SP) o livro "A Cultura da Aventura na Natureza”, onde eles retratam em 240 páginas ilustradas como se dá a interação do homem com a natureza por meio da prática de esportes. A obra foi feita de acordo com a experiência de cada um deles com a natureza. Zolino está inserido no meio desde o início da corrida de aventura no país, há dez anos. Desde então, ele participa de provas como atleta e organizador e agora transmite seus conhecimentos aliando-os à experiência de Flávio. "A Cultura da Aventura na Natureza” é uma iniciativa do Instituto Peabiru, coordenado pelo escritor João Meirelles, a obra conta com o apoio do Banco Paulista e da Lei de Incentivo a Cultura do Ministério da Cultura e do Governo Federal.

domingo, 29 de março de 2009

Feel the Pain!

"Atravessar matas fechadas, enfrentar desertos sob um sol escaldante, escalar montanhas, pedalar na completa escuridão, subir e descer corredeiras de canoa, e tudo isso sem comer nem dormir direito. Assim são as Corridas de Aventura. Cuidado para não cair numa roubada como essa, se não você acaba gostando".
Hoje em dia, vivemos uma vida totalmente voltada ao conforto e comodidades que a urbanização e a tecnologia nos fornecem. Muitas vezes nem nos damos conta de como ela também nos consome e cada vez mais nos tornamos escravos desse estilo de vida, que gera o sedentarismo, o stress e as tensões do dia-a-dia que cada vez fazem mais vitimas.
No Brasil, somente em 98, tivemos uma primeira edição de o que era uma corrida de aventura, a primeira Expedição Mata Atlântica (EMA). Isso mesmo, há 11 anos atrás e repercutiu como a corrida de malucos, pois misturava diferentes modalidades por dias e noites ininterruptos. Porém o evento foi bem aceito pelo público e mídia, garantindo uma nova edição.
Mas o começo do esporte se deu no inicio da década de 80 na Nova Zelândia, onde os praticantes de corridas em montanha começaram a adicionar outros esportes e técnicas a modalidade, como o rapel, rafting, mountain bike, e canoagem. Logo em seguida surgiu baseado neste evento, a primeira corrida. O francês Gerard Fusil criou o Raid Gauloises. Em seguida surgiram os tradicionais Eco Challenge e Elf Autenthique.
Se você acha que não existe nada de radical em uma corrida de aventura, tente compará-la a uma prova de ironman, que consiste em um total de 226 km, divididos em 3 modalidades altamente explosivas a uma prova hoje do circuito mundial de aventura como o Ecomotion, com cerca de 500km. Além de modalidades de alto impacto, as equipes precisam estar lúcidas, ao longo de 4 a 7 dias de provas, ininterruptas, para traçar suas estratégias. E é o que faz a diferença na corrida de aventura.
As modalidades disputadas em uma corrida de aventura não são fixas e muitas vezes se adaptam às condições do local onde está sendo realizado, utilizando muitas vezes criatividade, trabalho conjunto, meios de locomoção tradicionais no local de prova, e outros. Provas como o Eco Challenge do Marrocos utilizou os camelos, que são comuns na região. Independente disso, toda corrida de aventura explora os limites dos participantes. Tanto físico como psicológico e trabalha principalmente a equipe como um conjunto.
O percurso a ser percorrido só é revelado aos atletas na hora da competição e toda a navegação é feita por bússolas e mapas, e a regra é bem simples: todo mundo sai correndo. Ganha quem chegar primeiro, passando pelos Postos de Controle (PC), que podem ser reais ou virtuais, com a composição completa na equipe.
Com o grande aumento no número de participantes, começaram a surgir corridas mais rápidas, de um fim de semana ou de apenas um dia, que a primeira vista parecem fáceis, mas ainda é preciso muita disposição para realizá-los. Projetos sociais - A corrida, muitas vezes, não visa simplesmente uma competição. Em algumas provas, é exigido que as equipes participantes realizem alguma atividade em prol da comunidade local. É uma espécie de projeto sócio-ambiental que tem como objetivo promover o intercâmbio entre a região explorada e os esportistas. Isto pode ser realizado através de doações, projetos de ensino, vacinação e até cursos de combate e prevenção de incêndios florestais. É enriquecedora não só para os participantes, como também às comunidades locais.
As regras da corrida, em geral, variam de competição para competição, uma vez que sofrem alterações segundo características do local onde é realizada. Hoje as competições oferecem provas para diversas categorias, como competidor solo, duplas, trios, quartetos e até quintetos. A elite, porém são equipes formadas por quatro competidores com pelo menos uma pessoa do sexo oposto. O objetivo é realizar o trajeto delimitado pela organização no menor tempo possível. Os integrantes de uma mesma equipe devem permanecer juntos durante toda a prova, não podendo se distanciar mais do que 100m um do outro, em momento algum. Ao longo do trajeto existem vários PC’s (Postos de Controle), que são locais de passagem obrigatória para as equipes competidoras e devem ser alcançados na seqüência determinada pelo organizador. Em algumas provas, cada time pode possuir uma equipe de apoio, que fica encarregada de entregar mapas, conferir os equipamentos obrigatórios, informações, alimentação e, quando necessário, providenciar abrigo. O encontro das equipes com os apoio acontecem nas chamadas AT's (Áreas de Transição), áreas que ocorrem trocas de modalidades esportivas e os competidores encontram seus equipamentos e provisões. Toda AT é um PC, mas nem todo PC é uma AT. Na EMA e nas etapas do Circuito Brasileiro de Corridas de Aventura, as equipes iniciam a competição numa mesma categoria, chamada Expedição, que é a categoria principal. Para permanecer nesta categoria é necessário chegar aos PC’s nos limites de horário preestabelecidos pelos organizadores. As equipes que não são capazes de chegar a tempo são classificadas em outras categorias: aventura e iniciantes. É essencial que todos os objetos levados pelos competidores sejam trazidos de volta, uma vez que nada pode ficar como lixo no meio do caminho, sendo a equipe flagrada, punida com a desclassificação. Tudo isso é avaliado pela organização quando a equipe cruza a linha de chegada. Caso um dos integrantes da equipe desista ou sofra algum acidente, ou acione o resgate, toda a equipe será desclassificada. A segurança da prova e individual do atleta é uma das maiores preocupações dos organizadores. Em todos os PC’s existe um controle feito nos atletas examinando suas condições físicas. Sempre há uma equipe médica de prontidão durante a prova. É fundamental também que cada integrante da equipe tenha a sua segurança e a de sua equipe como prioridade.

sábado, 28 de março de 2009

Aventureiros por natureza

Atualmente, os esportes de aventura ocupam uma posição privilegiada na sociedade, atraindo cada vez mais adeptos a sua prática. Existe uma infinidade de esportes e técnicas nos quais um fator é constante; a emoção do risco. A fórmula é uma só. O hipotálamo (uma região do cérebro) recebe um estímulo (emoção) e incita a hipófise (glândula que fica no interior do crânio) a produzir um hormônio que vai direto para as glândulas supra-renais, aquelas que liberam a famosa ADRENALINA. Com ela, de repente, tudo muda: a barriga gela, o coração acelera, os brônquios se dilatam, os intestinos praticamente param, a respiração fica ofegante. A energia do corpo parece triplicar. É em busca destas fortes emoções que os adeptos dos esportes radicais, trocam os prazeres da vida urbana pelo desafio de jornadas pela natureza, vivendo momentos de pura aventura, desafiando os limites.
Apesar dos esportes e técnicas verticais estarem sempre em contato com o risco, ele é minimizado, pois todos os equipamentos suportam uma capacidade bem acima do requerido usualmente, desde que utilizados equipamentos com hologação reconhecida.
Técnicas radicais como o rope swing ou pêndulo, tirolesa e rapel, tem chamado a atenção, pois podem ser praticados por pessoas que nunca tiveram contato com tais atividades e exploram as sensações extremas como medo e desafio.
Os adeptos dos esportes de aventura exploram e se beneficiam das mais variadas paisagens. Soltam-se no ar, a centenas de metros de altura, numa rara possibilidade de voar como um pássaro. Enfrentam corredeiras de um rio a bordo de um bote ou de uma bóia. Enfiam-se numa trilha dentro de uma floresta. Conhecem a sensação de viajar por um outro "planeta", habitado por seres coloridos, onde a lei da gravidade se altera - o fundo do mar.
Hoje são vários os esportes de aventura, todos perfeitamente seguros, desde que praticados com responsabilidade.
Viver a vida na adrenalina já é uma rotina para muitos grupos de esportistas.
Quase não se houve comentários sobre acidentes provocados por falha de materiais, mas muitos de falha humana, portanto, sempre pratique com muito cuidado e com a supervisão de pessoas capacitadas.

sábado, 22 de novembro de 2008

3X Trail run


Se voce procura por um calçado para corridas offroad, aguarde....

A snake esta trazendo para o mercado o 3X trail run (calçado de tripla densidade). Calcado especifico para cross trail, que deve servir a atletas de corridas de aventura, cross triatlo, cross country, corridas de montanha, canionismo entre outros esportes na terra e locais umidos.

Os testes finais englobam conforto, estabilidade e estress causados, testando a tração do solado em locais secos e umidos, drenagem e sensacao de longo uso. Aguarde para maiores informacoes.